Na teoria, nosso corpo não foi feito para perder nenhum órgão — ele não tem a capacidade de "expulsar" uma parte que não funciona mais.
Com o avanço da medicina, é possível retirar cirurgicamente um órgão com problemas para manter a pessoa viva ou mais saudável. Mas o corpo não entende que aquela parte foi retirada: energeticamente, ele continua enviando as memórias celulares para a região onde o útero estaria. É como se a mulher ainda tivesse o útero dentro de si. Essas memórias também ficam concentradas no canal vaginal e, por isso, precisam ser reabilitadas.
Para entender mais, assista ao vídeo sobre a Vaporização do Útero.
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